MULHER
Elany Morais
De vinco na face, mas engolir não pode
A falsa ideia de que hoje já é respeitada.
Exerce muitas funções, mas o fel a absorve,
Ser instrumento de prazer, já está cansada.
De olhos abertos, ela sabe de sua escravatura,
Educação recebida em sua malograda infância,
Por isso sua vida é um desenhar de amargura,
Porque o homem a prendeu na sua vil ganância.
Não basta à mulher ser só idealizada na vida
Porque a linguagem nos dizem ao contrário
Pois sua missão é dobrada nessa dura lida,
Além de sofrer cruéis violências desde o berçário.
Caxias - MA, 08 de março de 2014.
Elany Morais
De vinco na face, mas engolir não pode
A falsa ideia de que hoje já é respeitada.
Exerce muitas funções, mas o fel a absorve,
Ser instrumento de prazer, já está cansada.
De olhos abertos, ela sabe de sua escravatura,
Educação recebida em sua malograda infância,
Por isso sua vida é um desenhar de amargura,
Porque o homem a prendeu na sua vil ganância.
Não basta à mulher ser só idealizada na vida
Porque a linguagem nos dizem ao contrário
Pois sua missão é dobrada nessa dura lida,
Além de sofrer cruéis violências desde o berçário.
Caxias - MA, 08 de março de 2014.
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