Sou educadora e escritora

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 Elany Morais nasceu em Caxias-MA, é pós-graduada em Literatura Brasileira, atua como professora na rede Municipal e Estadual do Maranhão. Como educadora, vem criando projetos que têm como objetivo despertar e incentivar o interesse dos educandos pela leitura. Com relação à prática literária, escreve os mais variados gêneros, como poema, conto, crônica, memórias... Recentemente participou das antologias poéticas:"Melhor de Mim", publicada pela editora Poesias Escolhidas - Belo Horizonte /MG, "Entrelaços" e "Pétalas", ambas publicadas pela Darda Editora - Rio de Janeiro - RJ. É colunista do jornal "O Diário de Caxias “

sábado, 9 de setembro de 2017

POST DE AGRADECIMENTO

Por Elany Morais 

O leitor é alguém muito especial. Quando lemos uma obra ou um texto, estamos priorizando o autor, em meio aos muitos que não nos conquistam ou que não nos interessam. Os leitores são a razão de ser de escritores. Por isso, o autor deve alegrar-se e sentir-se grato.
Dra. Deuzimar Serra, é um privilégio tê-la como leitora. Meus sinceros agradecimentos por escolher minha obra para ser declamada, na primeira edição do Projeto "Terra de Encantaria e Poesia" do Campus Codó, sob a coordenação do professor Carlos Wellington Martins.
Palavras ainda me faltam para expressar minha imensa e sincera gratidão pelo acolhimento de Muitas de Mim.

domingo, 20 de agosto de 2017

ENCONTRO NECESSÁRIO


Por Elany Morais
Encontro, necessário tu te fizeste,
nesses desencontros da vida, sem ti,
em outros confins, uma alma
se fazia mais triste, nessa infinda lida!
Por seres tão necessário, fincaste tuas raízes,
na vida de outra alma, trazendo uma profunda
calma a um pretérito tão infeliz!
Encontro, foste necessário,
Não de olho no olho,
Ou face na face.
Fincaste nos ecos das vozes,Sem os tão males velozes,
com poesia e sem disfarce.


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sexta-feira, 11 de agosto de 2017

ALMA E POESIA


Por Elany Morais

A poesia desnuda o que não se sabe
Ou o que não se quer dizer!
É a fuga do que se é ou do que
se pode parecer.
É o oceano no deserto.
É a unificação da Arte.
É o apelo ao universo.
É o sentimento que se reparte!
E as palavras ?
São vestes rasgadas
Que não cobrem mais alma do ser -
que teima a todo custo -
nas palavras aparecer!
O que é a poesia?
É o mistério das palavras,
surge de tudo ou de quase nada.
Obriga-nos a entrar no confessionário -
através de versos e farsas -
Como pedinte ou como missionário.

Todos os direitos reservados a Elany Morais 

terça-feira, 8 de agosto de 2017

POR QUE FECHAR OS OLHOS PARA A DOR ALHEIA?


 Por Elany Morais
O amor é a seiva da vida. É a energia que nos mantém de pé. Como viver sem nos sentirmos amados? O amor é uma verdade, sem ele a realidade pode nos matar. Quantos de nós não estamos morrendo de braços estendidos, com o grito preso na garganta, à espera de socorro? À espera do amor, do abraço, do acolhimento, da escuta, do olhar atento, etc.
Será que não estamos nos comportando como se nós ou os outros fossem durar para sempre? Em vida, não fazemos nunca o esforço de olhar para o outro, de ouvi-lo, sem nos colocamos na cena principal. Quando o outro desaparece, resta-nos apenas a consciência de não termos feito o que nos cabíamos, não ficando dele nem a memória que nos chegue ou que nos console. Então, é o momento de querermos de volta o que perdemos definitivamente. Pois, não é certo de que haverá campo e reencontros no céu.
Será que nossas maneiras de amar não estão sendo pobres? Parece-me que estamos surdos. Escutemos, escutemos... Estamos rodeados de almas que sentem. Muitas estão ilhadas, cercadas de farpas da indiferença, da inveja, do egoísmo, do egocentrismo, da indolência, etc. Para quem ainda sente o coração pulsar, há tempo para apurar olhos e ouvidos antes que o enredo do romance possa acabar.
Se algum nada nos espera, se esse enredo de certo terá um fim por que fecharmos os olhos e o coração à dor alheia? É nobre lamber as feridas do outro. Cães e gatos são nobres. A nossa alegria deveria advir do cuidar de alguém. Devemos beber com os outros os prazeres e as alegrias da vida. Pois, se diferente for disso, a vida será apenas sombras, sem festas, sem alegria e sem amor.

Todos os direitos reservados a Elany Morais

sexta-feira, 28 de julho de 2017

“MUITAS DE MIM ” SENSIBILIZA E EMITE MODERNISMOS


Por Wybson Carvalho
A obra da escritora e poeta, Elany Morais, intitulada: “Muitas de Mim”, recém-lançada pela autora na Biblioteca Pública Estadual Benedito Leite, em São Luis do Maranhão, ratifica que a literatura caxiense teima em dar à luz e cultivar talentos que são, também, luminosas estrelas em constelação do céu literário maranhense.
Na realidade literária; um livro impresso pela Darda Editora - RJ, sob a exímia estética e acabamento gráfico, que versa em prosa/poética no seu competente e moderno conteúdo, e é imagético de inúmeras personagens caracterizadas com objetividade irmanada a um belíssimo e moderno caráter textual, e, ainda, sem desprezar a subjetividade de sentidos e percepções que a autora tem, convictamente, de si e de muitas outras, supostamente, construídas em similaridades personificadas no que sabe, faz e sente para com seu mundo íntimo vivido à liberdade de tabus e clichês, e, principalmente, deste, para com a interação social marginalizada aos costumes desvirtuados dos estereótipos que não conseguem ter uma ruptura da mesmice e pasmaceira existencial.
“Muitas de Mim”, em verdade, textualiza sentimentos sentidos e perceptivos à descrição e objetivação contínuas ao campo psicopoético da autora, que só as grandes obras - iguais a esta - aglutinam gêneros literários e revelam a beleza e sensibilidade como emissoras de inovação acurada na já moderna literatura do Século XXI.

sexta-feira, 14 de julho de 2017

Entrevista: escritora caxiense Elany Morais, fala do lançamento do primeiro livro

Amante das letras e da literatura. Elany Morais, caxiense, professora, escritora. Descreve-se como uma mulher tímida, reclusa, porém com uma força na escrita, por meio da qual expressa seus mais profundos sentimentos. E foi com essa força que ela lançou há pouco tempo o livro Muitas de Mim. Obra que trata da condição humana: as dores, o prazer, a tristeza, o amor, a violência, o desamor.  Questões inerentes ao ser humano. É com esse enredo que o livro tenta traçar o perfil ou perfis da relação do homem\mulher com essas vicissitudes.

Nesta pequena entrevista, Elany Morais nos conta um pouco da sua obra e projetos literários que deseja lançar em breve, reforçando ainda mais a certeza de que Caxias é uma fonte de importantes escritores. Ai estão para comprovar Gonçalves Dias, Coelho Neto, Vespasiano Ramos, Teófilo Dias, César Marques, Raimundo Teixeira Mendes, Wybson Carvalho, entre outros.
Agora: Por que o título do livro é Muitas de Mim?
Elany: muitas pessoas já me perguntaram por que o título do meu livro é Muitas de Mim, há quem pense que é uma obra autobiográfica. Na verdade, a alma do autor nunca se exime em sua obra. Mas, Muitas de Mim é uma referência a todos os eus existentes em qualquer ser humano. Afirmo que o livro trata da condição humana. Que condição humana?  As dores, o prazer, a tristeza, o amor, a violência, o desamor, etc. são questões inerentes ao ser humano. E a obra tenta traçar perfil ou perfis da relação do homem\mulher com essa vicissitude.