Por Elany Morais
Não sei em que esfera
Caxias de Gonçalves Dias
é a minha terra!!
Aqui, foi onde primeiro pisei o chão,
Dormi noites e amanheci os dias,
Mas ela sempre me negou o pão!
Não sei se nela, para mim, há algum legado.
A Princesa do Sertão sempre me fechou os olhos
E os meus sonhos aqui foram abandonados!!
Caxias,
Quando eu me for, nada te deixarei o que
For do teu agrado, porque muito te venerei
E tu me negaste o bocado!
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quinta-feira, 22 de dezembro de 2016
sábado, 27 de setembro de 2014
CONFISSÕES
CONFISSÕES
Elany Morais
Calar por quê? Se me falta até o pão!
Que um dia alguém com o bem se importe,
Que a alma de muitos se conforte
E que as palavras de Deus não sejam em vão!
Esperança, sim! E por que não?
Que meu desejo de vida seja forte,
Que eu não seja vencida pela morte
E que o padecer não endureça o coração!
Muitos espinhos na carne esqueci
Para de vilezas não somente eu lembrar,
Mas guardo na memória tudo que venci.
Só de amores, se o mundo fosse assim
De tudo, sem medo, eu queria recordar
Para que só o BEM ficasse preso a mim.
Caxias - MA, 27 de setembro de 2014.
Elany Morais
Calar por quê? Se me falta até o pão!
Que um dia alguém com o bem se importe,
Que a alma de muitos se conforte
E que as palavras de Deus não sejam em vão!
Esperança, sim! E por que não?
Que meu desejo de vida seja forte,
Que eu não seja vencida pela morte
E que o padecer não endureça o coração!
Muitos espinhos na carne esqueci
Para de vilezas não somente eu lembrar,
Mas guardo na memória tudo que venci.
Só de amores, se o mundo fosse assim
De tudo, sem medo, eu queria recordar
Para que só o BEM ficasse preso a mim.
Caxias - MA, 27 de setembro de 2014.
terça-feira, 4 de março de 2014
SOBREVIVÊNCIA
SOBREVIVÊNCIA
Elany Morais
Que em nenhuma boca falte o pão,
Mesmo que seja uma lida fadigada!
Que nenhum trabalho seja em vão!
E que a fome não os mate na alvorada!
Que ganhar o pão não seja um pesar,
Ao viver sob o jugo da humilhação
Que o pão seja como o fruto colhido
Onde se plantou com amor nesse chão.
Caxias - MA, 04 de março de 2014.
Elany Morais
Que em nenhuma boca falte o pão,
Mesmo que seja uma lida fadigada!
Que nenhum trabalho seja em vão!
E que a fome não os mate na alvorada!
Que ganhar o pão não seja um pesar,
Ao viver sob o jugo da humilhação
Que o pão seja como o fruto colhido
Onde se plantou com amor nesse chão.
Caxias - MA, 04 de março de 2014.
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