Elany Morais
Diferentes dos novos, na sua boca há sempre verdade,
Se a memória não falha, sua sabedoria nunca se perde,
É no falhar de sua força, que perdem vigor e agilidade,...
Mas por ser maduro o ideal de seu amor nunca se mede.
Viver resignadamente para o outro é uma sina da velhice,
Amortece seus próprios desejos em detrimento dos filhos,
Que nessa fase não há nada a perder é uma cruel crendice,
E para usufruírem dos seus direitos existe sério empecilho.
É no fluir da velhice que se perde o alimentado egoísmo,
E aceitando o destino de que a indesejada pode chegar,
Não temendo esse fim é mais um ato de seu heroísmo
Mas desse inevitável caminho ninguém se atreve a falar.
É um pesar para muitos por verem como um cruel abismo,
Sem aceitarem que essa fase da vida todo pessoa vai chegar!
Diferentes dos novos, na sua boca há sempre verdade,
Se a memória não falha, sua sabedoria nunca se perde,
É no falhar de sua força, que perdem vigor e agilidade,...
Mas por ser maduro o ideal de seu amor nunca se mede.
Viver resignadamente para o outro é uma sina da velhice,
Amortece seus próprios desejos em detrimento dos filhos,
Que nessa fase não há nada a perder é uma cruel crendice,
E para usufruírem dos seus direitos existe sério empecilho.
É no fluir da velhice que se perde o alimentado egoísmo,
E aceitando o destino de que a indesejada pode chegar,
Não temendo esse fim é mais um ato de seu heroísmo
Mas desse inevitável caminho ninguém se atreve a falar.
É um pesar para muitos por verem como um cruel abismo,
Sem aceitarem que essa fase da vida todo pessoa vai chegar!
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