Entrevista Programa Fortunati TVU com NÉA TAUIL, Psicóloga - Psicoterapeuta, coordenadora da Família Eu - movimento social: educando para o amor-próprio. AMOR PRÓPRIO É PARA TODOS! Junte-se a nós!
domingo, 1 de abril de 2018
segunda-feira, 26 de março de 2018
TRAIÇÃO DOS DEUSES
Por Elany Morais
Minha tragédia tem um silêncio
quase inflexível.
Os deuses de minha infância
me traíram
e as emoções se fraturaram..
quase inflexível.
Os deuses de minha infância
me traíram
e as emoções se fraturaram..
O velho tempo, sempre fiel,
não foi complacente com meus
suspiros queixosos.
Os ais foram derramados
inutilmente.
não foi complacente com meus
suspiros queixosos.
Os ais foram derramados
inutilmente.
Do sol os raios foram apagados
pelas trevas alheias
mas os pensamentos gritaram
no breu reluzente.
pelas trevas alheias
mas os pensamentos gritaram
no breu reluzente.
Todos os direitos reservados a Elany Morais
sexta-feira, 16 de março de 2018
VOU DIZER
Por Elany Morais
Doida para dizer
que nesse país
a violência é bestial,
que vida alheia parece um mal,
que derramar sangue é algo natural,
e que a injustiça acaba em carnaval!!
que nesse país
a violência é bestial,
que vida alheia parece um mal,
que derramar sangue é algo natural,
e que a injustiça acaba em carnaval!!
Doida para dizer
que nesse país,
o crime tem seu sócio,
que o sacerdócio é um negócio
e que última palavra é do capadócio!
que nesse país,
o crime tem seu sócio,
que o sacerdócio é um negócio
e que última palavra é do capadócio!
Doida para dizer
que nesse país
a exploração é a raiz,
que não fecha do negro a cicatriz,
que o senhor do capital é infeliz,
que poucos há quem diz
que da honestidade é um aprendiz.
que nesse país
a exploração é a raiz,
que não fecha do negro a cicatriz,
que o senhor do capital é infeliz,
que poucos há quem diz
que da honestidade é um aprendiz.
Todos os direitos reservados a Elany Morais
quarta-feira, 7 de março de 2018
HORAS BRANCAS
Por Eany Morais
Nos primeiros minutos brancos, a verdade de si foi desvelada. Os breus ganharam formas alvas, um renascimento, uma nova leitura, novas pistas: era a poesia do eu.
Desde então, nenhuma janela ficou anônima. Todas ganharam nomes. Foi o apogeu da posse de si por si. Agora há que se andar com os dois pés firmes. Nada mais será sonho de ingratidão. Os gostos verdadeiros se fixarão na boca. O outro será o outro, sem transfiguração. Os desejos desesperados terão rédeas. As mágoas terão remédios: cresce um mundo bem no meio do ser.
Nenhuma dor é elegante. Há que se desvelar. Vida é coisa para não se matar. É preciso ser paraíso de si, Civilizar-se a si mesmo. Abraçar-se com a calma de uma alma em paz. Necessário é foice que faça um corte frio nas cobertas dos segredos inconscientes que regem o destino. Dessa forma, horas e horas brancas se multiplicarão na vida de quem se propõe a conhecer-se, para melhor viver, nos mistérios dessa existência.
Todos os direitos reservados a Elany Morais
sábado, 17 de fevereiro de 2018
DESCONHECER-SE
Por Elany Morais
Do fundo do inconsciente,
a ignorância destrói.
A ignorância destrói nossos laços,
nossas camas,
nossos pertences...
a ignorância destrói.
A ignorância destrói nossos laços,
nossas camas,
nossos pertences...
A ignorância destrói.
E quem a encontra?
Quem se importa com ela?
Nunca a vi florir, nem é enjoativa.
Quem se importa com ela?
Nunca a vi florir, nem é enjoativa.
Perde-se tantas coisas: do fundo do
inconsciente, a ignorância destrói.
E ainda há quem diz: o perdido não é meu!!!
inconsciente, a ignorância destrói.
E ainda há quem diz: o perdido não é meu!!!
A ignorância destrói como um abcesso maduro.
Entre a ignorância e a desturição não há
intervalo de tempo nem de espaço
as coisa são pesáveis e sem nomes.
A confusão de si afoga a estrela vital.
intervalo de tempo nem de espaço
as coisa são pesáveis e sem nomes.
A confusão de si afoga a estrela vital.
Ignorar a si mesmo é viajar sem mapa,
é cantar sem saber a melodia,
é sucumbir num jogo escravista e debilitante,
é viver de mãos dadas com o inimigo,
é vingar-se de si próprio.
é cantar sem saber a melodia,
é sucumbir num jogo escravista e debilitante,
é viver de mãos dadas com o inimigo,
é vingar-se de si próprio.
quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018
ARTE DE AMAR
Por Elany Morais
É covardia arredar-se do amor.
Pois não há mais beleza inventada
do que essa arte de amar.
Pois não há mais beleza inventada
do que essa arte de amar.
Quem diz que ele deixa o amargo na boca,Não reparou na rosa do jardim,
Jogou a bengala contra si,
Afogou-se na ilusão da perfeição
E exigiu o impossível do vizinho.
Jogou a bengala contra si,
Afogou-se na ilusão da perfeição
E exigiu o impossível do vizinho.
O amor é um mistério construído,
Até com gesto banal, alicerça-se, cresce,
Não se apega a emprevisto!
E com ele, eu me visto e insisto
Em recomeçar em tempo de viver.
Até com gesto banal, alicerça-se, cresce,
Não se apega a emprevisto!
E com ele, eu me visto e insisto
Em recomeçar em tempo de viver.
Todos os direitos reservados a Elany Morais
Assinar:
Postagens (Atom)




