Sou educadora e escritora

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domingo, 16 de setembro de 2018

HOMENAGEM A MIM

A vida está sempre nos reservando coisas boas!
Ontem (14/ 09/ 2018), senti-me muito feliz e honrada. Recebi, surpresa e agradecida, uma homenagem dos alunos (matutino e vespertino), da Escola Comunitária Codó Novo, sob a orientação das professoras Lusilene e Alexandra e gestão de Cleide Aguiar.
“ Nenhum dever é mais importante do que a gratidão. Por isso, quero expressar aqui o meu profundo agradecimento. Posso afirmar seguramente que os gestos dos alunos e das professoras ficarão de forma indelével registradas em minha memória e em meu coração, lugar onde se deve recolher as mais sinceras manifestações de carinho e admiração.
Por fim, quero dizer que a honra dessa homenagem foi muito gratificante para mim.
Agradeço e parabenizo aos alunos, professoras e, em especial, a gestora Maria Cleide Aguiar, pelo brilhante e importante trabalho pedagógico.
Meus aplausos!!!

domingo, 10 de dezembro de 2017

FALSO MORALISMO

Por Elany Morais
Cada vez que me pregas lição de moral
Como se não houvesse imoralidade em ti,
Minha rebeldia obriga-te a despertar 
De tua embriaguez!
No meu território, não morfam velhas crenças
Que deixam todos enlutados, de olhos vazios.
Aqui, o que arrancam lágrimas são uivos de prazer,
Sem imagens cadavéricas ou qualquer sombra de culpa.
A tua imoralidade oculta apaga teu apetite.
Então, não me venhas com rosneiros falsos.
Essa erva não vem da verdade!
Que o prazer estale em nossos corações
Arrastando a verdade para todo mundo!

Todos os direitos reservados a Elany Morais

sábado, 21 de outubro de 2017

CULMINÂNCIA DO PROJETO CAMINHOS DA LITERATURA


Elany Morais
Como professora de Língua Portuguesa da rede municipal e estadual do Maranhão, vi a necessidade da criação de um projeto de leitura, porque o hábito de leitura é um dos mais importantes para o desenvolvimento do intelecto e também o caminho mais breve para aquisição do conhecimento, além de melhorar o aprendizado dos estudantes, estimula o bom funcionamento da memória, aprimora a capacidade interpretativa e proporcionar ao leitor um conhecimento amplo e diversificado sobre diversos assuntos. Por isso, criei o projeto intitulado Caminhos da Literatura, que tem como objetivo desenvolver o gosto pela leitura e reconhecer o valor do texto literário para a aquisição do conhecimento.
Nesta quarta-feira, 19 de outubro aconteceu a culminância desse projeto, no Centro de Ensino René Bayma, na cidade de Codó -MA. O ápice do projeto consistiu na apresentação dos gêneros literários: conto, romance, poesias, além de dança, músicas, etc. pelos alunos dos terceiros anos do ensino médio.
A cada ano é trabalhado uma temática diferente, este ano foi a vez do Negro como elemento do texto literário, ou protagonista da arte literária.

Foi muito gratificante ver o interesse, o empenho dos alunos nareaização dos trabalhos. Estou com a consciência do dever cumprido.
Parabéns a todos os meus alunos e alunas que trabalharam incansavelmente para crescerem e evoluírem intelectualmente!
Não poderia deixa de agradecer imensamente um grande ícone da literatura maranhense, o poeta Wybson Carvalho, que atendendo gentilmente meu convite, muito enriqueceu nosso evento com sua imensa sabedoria ! Obrigada, poeta!
Agradeço também a direção da escola, pelo total apoio, na pessoa do diretor Ribamar Carvalho. Aos alunos e alunas pelo respeito, confiança, companheirismo, cumplicidade, interesse e disposição!
www.facebook.com/palavraria.escrita
educadoraelanymorais.blogspot.com


sexta-feira, 17 de junho de 2016

INDISCIPLINA NA ESCOLA


Elany Morais

Como não perceber que a escola parece perder poder e espaço na formação do indivíduo?
A ausência de regras e limites instituída na educação familiar e fortalecida em muitas escolas tem contribuído para a indisciplina e agressividade no ambiente escolar. Isso, além de constituir um desafio para nós - professores, representa um dos principais obstáculos ao nosso trabalho pedagógico. Como pode existir aprendizagem de qualidade em um ambiente de indisciplina e agressividade? Diante dessa situação, necessitamos de uma postura compartilhada em relação à disciplina. O que se espera é que a escola funcione através de espaços e tempos geridos, com critérios adequados.
É difícil remar contra a maré, principalmente quando se trata de educação escolar. O que se tem hoje é: pais omissos, filhos despóticos, outros interesses dentro da escola e professores à beira de um colapso nervoso. É um eufemismo dizer que o cenário educacional está deficiente. A sensação é de que o barco está prestes a fundar, e nós, professores, "estamos no salve-se quem puder."
Mas eu acredito que nós (professores) sem o medo, sem a vaidade, com a humildade e a união, podemos mudar essa direção(do barco)! Com remo coletivo, no mesmo rumo, pode ser que haja impedimento ou adiamento da submersão desse barco.

Todos os direitos reservados a Elany Morais

sexta-feira, 8 de abril de 2016

O ABSURDO NA EDUCAÇÃO BRASILEIRA NÃO TEM LIMITES


O ABSURDO NA EDUCAÇÃO BRASILEIRA NÃO TEM LIMITES

Por Elany Morais

O sistema educacional brasileiro possui feridas, sem promessas ou esperança de cura. Isso porque os métodos de ensino, os discursos pedagógicos e as propostas governamentais não têm trazidos resultados positivos.
Professores desmotivados e impotentes agonizam. Alunos desinteressados e abandonados pela família marginalizam-se.  Esta desconhece ou exime-se-se de seu papel. Os governos, em intenção e ação, não priorizam à Educação.  Então, como pode uma nação se desenvolver do ponto de vista social se desprezam a educação?
O cenário educacional brasileiro é tenebroso e justificável. Na verdade, é o terreno fértil do maquiavelismo político. É nesse solo que se planta a ignorância e se multiplica o vazio.

Há de nos cansarmos de ação demagógica, de conversas enganosas, de discursos mentirosos da maioria dos políticos, quando dizem que o professor(a) será valorizados(as), que teremos condições dignas de trabalho, etc.

Todos os direitos reservados a Elany Morais

domingo, 12 de julho de 2015

EDUCAÇÃO BRASILEIRA


EDUCAÇÃO BRASILEIRA
Elany Morais

Não se pode negar que a qualidade do ensino jamais estará dissociada dos direitos dos educadores, portanto, cabe a todos nós, que exercemos o magistério, defendermos nossa ocupação, nossa dignidade, reivindicarmos melhores condições de trabalho, além de salários compatíveis com a responsabilidade social do educador.

Ouve-se constantemente o seguinte coro: " a educação no Brasil vai de mal a pior." Infelizmente isso é verídico, e até agora nunca se viu um movimento no sentido de mudar os rumos dessa realidade. Fatos comprováveis disso são: o professor ganha mal e, para ter um salário melhor, ministra aulas em várias escolas ao mesmo tempo, a trabalhar nos turnos diurno e noturno. Na maioria das vezes, a administração escolar estar sempre a corresponder a interesses dos governantes, a deixar, em segundo plano, as necessidades dos docentes e discentes. Os investimentos públicos na educação são insuficientes para atender, com qualidade, as necessidades educacionais.  Não existem sistemas eficientes de aperfeiçoamento, capacitação e educação continuada para professores, dessa forma, é possível afirmar que o sistema educacional brasileiro não é capaz de preparar os jovens, pelo menos, para a compreensão de textos simples e elaboração de cálculos aritméticos de operações básicas....

Associado a isso tudo tem o descomprometimento da família com a educação escolar dos filhos. Vê-se que maioria dos pais não participam da vida escolar dos seus filhos, delegando toda responsabilidade à escola, sendo que o não podem simplesmente terceirizar para as escolas essa incumbência. Infelizmente, muitos cuidadores ou genitores não compreendem que a educação dos filhos se baseia no aprendizado dos exemplos dados por eles. 

Diante dessa situação, só resta a quem tem o desejo de ver mudanças positivas na sociedade, movimentar-se, reivindicar, realizar o que lhe cabe, cumprir seus deveres e exigir seus direitos, e nunca  deitar de braços cruzados, a acomodar-se no eterno faz-de-conta.

Caxias –MA, 12 de julho de 2015;      

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

DE VOLTA ÀS AULAS

DE VOLTA ÀS AULAS
Elany Morais

Só mais alguns fechar e abrir de olhos, já será hora de retornar, não só para a escola ou sala de aula, mas voltar para lares partidos, quebrados e desestruturados. Logo, apresentar-se-ão a minha face uma rede relações conflituosas e amigáveis. Nela, encontrar-se-ão: espíritos carentes de afetos, revoltas sobre as mãos, gritos frenéticos, vozes caladas, olhos atentos, gestos indiferentes, toques amáveis... Dentro de um turbilhão de personalidades, de diferenças, de emoções e pensamentos, lá estará eu, tentando manter a ordem, centrando minha responsabilidade no ato de conduzir os educandos ao um processo de compreensão do funcionamento da nossa "Última Flor do Lácio."
Não é doce sair e retornar ao universo da sala de aula. Ao sair, perde-se vínculos, abandona-se o que parece ter sido seu por longa data, mas, ao retornar, abraça-se, novamente, sempre os mesmos espinhos, os mesmos medos, as mesmas impotências, aos mesmos desgostos, aos mesmos fracassos...
São duzentos dias de ida e vinda, de fim e recomeço, de tentativas e acertos, de entusiasmos e apatias, de cansaços e esperanças. É uma luta quase infinita, é uma guerra sem trégua, é um perde-e-ganha, é um toma lá-da-cá... Nesse cenário, cantamos, dançamos, brigamos ( com nós e com os outros), amamos, odiamos, perdoamos, separamos, juntamos... É um casamento de muitos, onde dividir á a regra básica. É para esse mundo que estou, por muito pouco, retornando. A apreensão me visita, querendo saber o que de novo me espera, porém, ainda não me foi concedido o dom de adivinhar, por isso, sé m resta esperar.

Caxias- MA, 21 de janeiro de 2015.


sábado, 6 de dezembro de 2014

O DIA DO CONSELHO ESCOLAR

O DIA DO CONSELHO ESCOLAR
Elany Morais

 Vou ao encontro do meu dever de cada fim de ano letivo: o conselho escolar. Boto na bolsa papéis e mais papéis, canetas, lápis, borracha, óculos, creme, batom, chaves, celular, lenço.... Um objeto cai aqui, outro ali. Preciso urgentemente de uma roupa leve, que não precise passar, do contrário, minha cabeça ferverá mais ainda. Em pouco tempo, visto-me, mas o botão da blusa voa longe, voa pela janela- nem os botões suportam essa pressão. Olho de relance para blusa, parece-me que está a me dar careta, ou estivesse sofrendo uma paralisia facial. Adeus elegância feminina!! Num movimento frenético, numa pressa desesperada, lanço-me no guarda-roupa como se estivesse numa competição de caça ao tesouro. Logo, valho-me de uma vestimenta mais simples, pois a ocasião que me espera é de profundo desgosto.

 Parece que o tempo dos professores foi suprimido. Há os que não têm o privilégio de ficar diante de um guarda-roupa, para escolher sua vestimenta a contento, ou diante de um espelho para apreciar a própria beleza. A vida se resume a papéis e a alunos.

Não sei precisamente como estou, mas me lanço de mundo a fora, com os pensamentos firmes  no destino escolar de muitos que estão ali para eu decidir. Sinto-me como se eu estivesse indo ao um julgamento, onde terei que decidir se o réu será absolvido ou condenado à pena de morte. Tudo bem! Cada um se mata como quer. Eu poderia resolver esse problema quando chegasse à hora, porém, vou antecipando os momentos desagradáveis que sempre vivo nessa missão de todo ano.

Finalmente é chegado o momento do conselho. Posto-me em meu lugar, atenta, concentrada em muitos blás, blás sem nexo. Que vontade de jogar os cabelos para o alto! Na garganta,  muitas palavras de esperanças para a solução  de nossos problemas em sala de aula, mas o desmantelo na educação é tão grande que abete as forças de minhas cordas vocais. Então, solto um som quase inaudível: " aprovado", reprovado"...

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quarta-feira, 5 de novembro de 2014

BOLSA FAMÍLIA

BOLSA FAMÍLIA
Elany Morais

É inegável que o programa Bolsa Família tornou-se um referencial da política social do governo . Contudo, para muitos é apenas uma prática assistencialista, ou uma esmola, como se dizem por aí. Ao meu ver, o Bolsa família é um programa de investimento nas crianças e jovens pertencentes a famílias pobres, é a viabilização de condições de esses jovens permanecerem na escola, pois, no passado, a maioria deles tinham que abandonar a escola para ajudar os pais no sustento familiar. Dessa forma, era quase impossível concluírem, até mesmo, o ensino fundamental.
O que todos devem saber é que esse programa é uma transferência de renda condicionada. Ou seja, para que essas famílias recebam essa renda, elas precisam manter os filhos matriculados nas escolas públicas. Então, convém dizer que se os jovens de hoje estudarem, certamente, não precisarão de bolsa no futuro. Pois afirmo com veemência que só é possível reduzir a pobreza e a desigualdade social, se houver condições de estudos para os menos favorecidos financeiramente. Creio que resultados positivos haverá, mas um resultado que só será obtido num período de longo prazo.
É de conhecimentos de todos que, para os pobres, o custo de permanência na escola é mais alto. Então, é por isso que essa renda é transferida só enquanto as crianças ou os jovens estiverem na escola. Portanto, a partir do momento em que o jovem deixa de estudar, a família não receberá mais o benefício.
Enfim, para quem tem muito, o Bolsa Família pode não ser nada, mas muitas crianças precisam dela para poderem ir à escola alimentadas.

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terça-feira, 19 de agosto de 2014

EDUCAR NÃO É BATER

BATER NÃO É EDUCAR
Elany Morais

É indiscutível que a criança é um ser em constante desenvolvimento, em constante aprendizado. E, sendo criança, a contestação e a desobediência fazem parte do comportamento normal dela. Já no que concerne aos pais, estes têm como função e obrigação educá-las. Portanto, tem o dever de ensinar aos filhos os limites. Crianças que crescem sem limitação ou com excesso de limites, jamais serão adultos saudáveis. Infelizmente, atualmente temos muitos adultos com sérios problemas comportamentais, em decorrência da ausência de limites
e outros com excesso de limites. A questão discutida aqui é a forma como esses limites são estabelecidos. Por isso, esse é um assunto bastante
controverso. De um lado, pais que defendem "a palmada pedagógica", do outro; educadores que discordam de tal atitude.
Mas a pergunta que não quer calar: É possível educar uma criança sem castigos físicos? sim, é possível educar sem bater, mas para isso é preciso rever valores. É preciso reaprender a educar, ou seja, trocar a palmada por espaços para conversar, dialogar sem agressividade, algo que não desqualifique a criança, mas a faça refletir sobre o seu comportamento. É bom destacar que para aprender determinados comportamentos, a criança apanha, ela se habitua a aprendizagem por punição e quando há o desejo dos pais de dialogar, esse espaço já foi perdido.
Atualmente, vê-se pais bastante inseguros diante dos filhos. Isso é muito preocupante porque as crianças são capazes de perceberem esta insegurança, principalmente, no que se referem a posturas, condutas e valores. Não se pode negar que este fato é desastroso para a educação dos jovens. É necessário que os pais demonstrem firmeza e determinação na instrução dos filhos e para isso precisam questionar o próprio aprendizado. É certo que adotar tal atitude não é tarefa fácil. Mas deve-se rejeitar qualquer forma de castigo físico. Mesmo que não seja graves agressões. Jamais aceitar a justificativa e incentivo de que bater é uma forma saudável de educar. Dessa forma, os filhos poderão ter seus comportamentos melhorados pela mediação dos pais que se tornam facilitadores da aprendizagem e cuidadores que promovem o crescimento físico, mental emocional e social porque são pessoas que estão dispostas a educar com amor.
Por questões culturais, muitas pessoas não conseguem entender que o normal é educar sem violência. Penso não ser exagero considerar a palmada um ato de covardia, pois há uma imensa desproporcionalidade entre a criança e o adulto. Por isso, é possível afirmar que a surra( palmada) é uma forma de violência contra a criança. É perceptível que ela até serve como forma de controle, mas a criança entenderá que os pais sempre perderão o equilíbrio diante da desobediência dela. É nesse momento que ela perceberá a falta de conhecimento e de firmeza dos seus cuidadores. Vale ainda destacar que esse descontrole será aprendido, assimilado pelo filho e reproduzido nas futuras gerações. Em vista disso, faz-se necessário romper com esse comportamento anacrônico, desfazer-se desse vínculo cultual perverso.
Por fim, acredito ser importante uma mudança de comportamento dos pais em relação aos filhos. É preciso que os pais aprendam uma nova forma de educar que não seja pelo caminho da violência. Sou a favor do carinho, do afeto, da presença, dos cuidados constantes, do bom exemplo e da autoridade firme que estabelece limites através do diálogo e respeito pelos direitos dos filhos.

Todos os direitos reservados a Elany Morais

segunda-feira, 12 de maio de 2014

A ESCOLA DO PASSADO E O GOVERNO ATUAL

A ESCOLA DO PASSADO E O GOVERNO ATUAL
Elany Morais

Frequentemente, ouve-se dizer que escola ou educação de qualidade era a do passado. Era boa, né? Com certeza, mas as pessoas se esquecem de que a escola do passado era apenas para os filhos de classe média e alta. Parece-me que as pessoas que tanto critica o governo atual, que tanto exalta a escola do passado esquecerem de fazer as lições de c...asa, não seguiram as orientações de seus professores, pois quem desarrumou o ENSINO PÚBLICO não foi Lula nem Dilma. A destruição desse ensino aconteceu durante a ditadura militar, quando colocaram a Esther de Figueiredo Feraz, primeiro na Secretaria do Estado de Educação de São Paulo, depois, no Ministério da Educação. Criticar o governo atual sem saber disso é assinar o estado atestado de ignorância ou de mau-caratismo. Hoje, bem ou mal, há escolas para todos. Naqueles tempos, das "boas" escolas públicas, naquela época somente os ricos adentravam à Universidade. Hoje há vários programas de financiamento para cursos superiores. O que de fato é uma tremenda hipocrisia das elites. O Governo "chamado socialista" financia pobre para dar dinheiro para escola de empresário capitalista.

  Caxias- MA, 12 de maio de 2014.

quinta-feira, 1 de maio de 2014

IMORALIDADE DA ALMA

A IMORALIDADE DA ALMA
Elany Morais

A imoralidade da alma germina a doença do mundo,
Quando esta, em busca de aceitação, para si mente,
Condenando o corpo à enfermidade e o futuro imundo...
Por não revelar suas verdades e desejos francamente.

A educação falsa recebe a alma de sua descendência,
Quando a hipocrisia reina em geração de cada família,
Todos mentem para si, levando-os para plena demência
Em que seu Eu se aprisiona como se vivesse em uma ilha.

Desconhecer que o inconsciente é quem está no comando
É viver na infelicidade e na amargura, de modo obstinado,
Onde a alma grita, mas o desconhecido faz seu desmando!!

A salvação da alma não vem, pois a igreja oferta tal imoralidade,
Sendo que ao mundo interno dissimulado quem mente está fadado
Porque a verdade é o único caminho que nos conduz para a felicidade.

Caxias- MA, 01 de maio de 2014.
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terça-feira, 19 de novembro de 2013

LETRAMENTO LITERÁRIO



 Foi pensando na importância da leitura e o distanciamento dos discentes das produções literárias que propus a realização de um seminário com a temática: Letramento Literário.

O I Seminário Literário foi realizado nas duas instituições de ensino nas quais trabalho: C.E.M. Aluísio Azevedo Anexo, localizado na escola Inácio Rocha, em São João do Sóter-MA e U.E.M. Neyde Magalhães Araújo, na cidade de Codó-MA, nas datas 08 de novembro, na primeira instituição de ensino médio e 18 de novembro, na unidade de ensino fundamental....

Durante a preparação para tal evento, pude acompanhar e coordenar as leituras de clássicos da literatura brasileira e portuguesa pelos alunos e, assim prepara-los para a divulgação dos conhecimentos por eles adquiridos durante o período de leituras.

Com a culminação do projeto, pude constatar que os objetivos por mim traçados foram alcançados, pois com o intuito de aproximar o aluno-leitor de produções literárias e disseminar tais produções para a comunidade escolar, ficou plenamente visível o real interesse de toda comunidade em participar do evento, e a solicitar a disposição de obras literárias para futuras leituras.

Após a realização desse trabalho, veio-me o seguinte pensamento: se o Brasil é um país de jovens não-leitores é porque temos um país de adultos-não leitores. Não creio na ideia que ouço constantemente ser divulgada :de que os jovens não gostam de ler, que não querem "nada" com nada. Eles querem, sim, mas primeiro é necessário que o professor queira.

Meu desejo é que o desânimo não venha a me alcançar, a me fazer acreditar que nada devo fazer por pretexto de por pouco dinheiro ganhar pelo trabalho que tenho a realizar. Se essa foi a missão por mim escolhida, só me resta a lutar para que tão missão seja na sua importância reconhecida.

Elany Morais
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terça-feira, 12 de novembro de 2013

PRINCESA DO SERTÃO


Desprezo da verdade é comum nessa cidade.
Aqui alma fria alardeia ideologia.
Sem demagogia, mas é reinante a hipocrisia.
A saúde é uma preocupação, morre-se de infecção.
E o que não é atípica é conflito na política.
Em meio a tanta confusão só se ver reclamação.
Sem falar no caos que é a Educação.
Esperança já é perdida de ver uma solução,
Para Caxias ser digna de ser a Princesa do Sertão.

Elany Morais

Todos os direitos reservados a Elany Morais
 

sábado, 9 de novembro de 2013

I SEMINÁRIO DE LITERATURA

O I Seminário de Literatura, com a temática Letramento Literário foi um evento realizado pelos alunos do terceiro ano do Ensino Médio, do turno vespertino, sob à orientação da Professora Especialista em Literatura ELANY MORAIS cujo o propósito foi congregar alunos envolvidos na leitura de obras literárias. O evento aconteceu no C. E. M. Inácio Rocha, na cidade de São João do Sóter- MA.

A escolha da temática sustenta-se no reconhecimento do caráter processual implicado na relação de conhecimento inscrito na leitura literária em contextos de diversidade sócio-histórica e cultural.

O I Seminário de Literatura teve como objetivo principal aproximar o aluno-leitor de escritores e de suas produções literárias para ampliação de conhecimentos sobre a literatura de forma geral. Além de  levar a reflexão sobre letramento literário com ênfase na literatura brasileira.

Elany Morais