Sou educadora e escritora

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segunda-feira, 15 de outubro de 2018

A FORÇA DO(A) PROFESSOR(A)


Elany Morais
Quem disse que tu não tens valor, se lutas
Sem armas, e preparaste para a vida 
Aqueles por ti passou?
“É por isso que ainda se acredita
Na força do professor.”
Quem disse que a vitória te abandonou,
Se o futuro acredita na esperança
Que te restou?
“É por isso que ainda se acredita
Na força do professor.”
Que disse que a vida de muitos
Não foi desenhada por um professor?
“É por isso que ainda se acredita
Na força do professor”
Quem disse que do professor o
Sonho já acabou?
É uma missão importante que
O governo nunca valorizou, mas
Continuo acreditando na força
Do professor!!
Parabéns a todos os meus e as minhas colegas de profissão!! Sei não existem números ou casas decimais, com suficiente precisão para medir a importância do nosso trabalho, para construção de uma sociedade mais justa, digna, civilizada e solidária!
Sintam- se todos e todas abraçados (as)!!!

sábado, 19 de dezembro de 2015

SOMOS GUERREIROS

SOMOS GUERREIROS
(Elany Morais)

Nessa vida não somos guerreiros?
Eis a tua espada aqui, toma!
Quem não vence o medo ou doma
Tornará -se um verme dos carniceiros.

Se vais  fugir, não sejas o primeiro,
Lute como um gladiador de Roma,
Pois quando o medo assoma
Tornamo-nos eternos prisioneiros.

Essa vida parece um campo ou arena,
Onde se luta como se doma hiena
Ou vive-se por persistência como atleta,

Muitos querem viver até os cem,
Compreender o mistério da vida, ninguém
Nem o que habita na alma de uma poeta!

Todos os direitos reservados a Elany Morais

quinta-feira, 11 de junho de 2015

REVOLTA

REVOLTA
Elany Morais

Quem se revolta calçado?
A revolta é pelo bocado,
quando se vê desgarrado,
totalmente abandonado,
a mercê de ideologia,
que é apenas teoria não
praticada no dia a dia!

Quanta mentira dessa tal
ideologia ou de qualquer
filosofia que até a muitos
convêm, mas a mim não
me mantém, pois não
abraço teoria!

Revolta há que se fazer sentido
do que valerá se ter nascido,
se não lutar para da morte
escapar!


Caxias -MA, 11 de junho de 2015.

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domingo, 7 de junho de 2015

LUTA

LUTA
Elany Morais

Era um viver numa luta insana
De paixão que me arrastava!
No desespero, eu acreditava
Que era uma luta muito desumana!

Como poderia ser eu ufana,
Se nem alegria em mim durava?
A sina minha foi nascer escrava,
E essa vida hoje é o que se dana!

Os desígnios dessa luta eram tiranos,
Nenhum entendimento me coube
Para desfazer meus desenganos.

Só peço que a sepultura não me roube
Os primores dos meus melhores anos
Porque evadir dessa vida eu não soube!

Caxias - MA, 07 de junho de 2015.


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sábado, 25 de abril de 2015

MISTÉRIOS

MISTÉRIOS
Elany Morais

Quantos mistérios há entre a morte e a vida!
Aplaudimos o riso, em rumo certo à sepultura,
Acolhemos o incerto que levará a cova escura
Que deixará, por fim, a carne inerte e apodrecida.

Da morte, não restará sequer uma margarida,
Muito menos lembrança de qualquer ventura,
Não subsistirá nenhum suspiro de criatura
Porque viver é uma luta desleal e indefinida!

Do que vale guardar carmim ou qualquer seda
Ou mesmo esconder do próximo uma vereda,
Pois o destino em nós uma peça sempre prega.

Chegará a hora de dar adeus a todo risinho
Pois a  morte finda, sem decreto, todo sonho,
Quem escapará, se a morte nunca foi cega?

Caxias - MA, 25 de abril de 2015.

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domingo, 8 de março de 2015

MULHER

MULHER
Elany Morais

Mulher,
Vestiram-te de formas:
 Casta e profana,
Sagaz e sedutora,
Guerreira e sacana
Honesta e sedutora.
Que poeta não te escreveu?
Que artista não te pintou
Com forma bela e sublime
Que no ventre vida gerou?

Mulher,
És sólida, visível, sensível,
Jogaram em ti o despeito,
Mas com graça inesgotável,
Tu alimentas a vida no peito!

Dos portões dos teus olhos,
Vertem lágrimas, amor e flor,
Sofreu as agruras machistas,
Mas não se entrega a qualquer dor!

Mulher,
Vem de ti ternura e brandura,
Paciência e  prudência,
Tens a força para suportar o desamor
De quem por ti não teve clemência.

Mulher,
Hoje é teu dia,
Mas não foi com tanta alegria
Que se criou esse tal dia,
Mas tu, mulher, jamais perderá
Essa tua infinita magia!

Caxias- MA, 08 de março de 2015.

Todos os direitos reservados a Elany Morais



terça-feira, 16 de setembro de 2014

ESPERANÇA


ESPERANÇA
Elany Morais

Rebelo-me ainda... E o que mais importa?
Do que vale uma voz tão doce e mansa,
Se a tortura enraizou-se na lembrança,
Fechando e trancando toda e qualquer porta?

Rebelo-me antes que chegue a desesperança,
Lançando sua apatia na alma já quase morta,
Mesmo que o mundo me julgue como torta,
Mas desconstruir o mal é a minha esperança!

Agora reclamo e reclamarei novamente,
Mesmo que ninguém na justiça acredite,
Mas na verdade o mundo todo não mente
Pois ainda aqui reina o amor de Afrodite!

Caxias - MA, 16 de setembro de 2014.

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segunda-feira, 25 de agosto de 2014

MOVIMENTO

MOVIMENTO
Elany Morais

Senta,
Levanta,
Se movimenta,...
Mexe a cabeça,
Não esqueça a gaveta,
Sopra a poeira,
Não fica de bobeira,
Sobe e desce a ladeira.

Senta,
Abre o jornal
Veja que moral,
A lei imoral!

Senta,
Levanta
A vida agora não cessa
Mas tudo tem pressa.
Morrerá assim,
Se continuarás nessa!

Caxias - MA, 25 de agosto de 2014.
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quarta-feira, 23 de julho de 2014

NEGRO DE ALMA BRANCA

NEGRO DE ALMA BRANCA ( Crônica)
Elany Morais

A caminho de casa, meus pés já denunciavam cansaço. Reclamavam descanso. Sentei no banco da Praça. Da Universidade. Não se espante, aqui, na minha Princesa do Sertão, os seres inanimados são possuidores. Tudo bem, sem mais enrolação. Eu ali como se estivesse me desfeito de sutiãs, cintas, essas coisas que apertam a gente até na alma, lancei um olhar para fora de meu corpo, onde se encontra o que não costumamos observar.

À minha frente estava um carro estacionado. Parecia que alguém sairia dele. Minha observação me levou a esquecer que eu estava ali apenas para descansar, agora meu objetivo agora era vê a Cinderela sair, sem deixar cair o sapatinho de ouro! Não, não, já dava para ver que não era um sapatinho, era um sapatão.

Saía do carro uma mulher com ar de pouca humildade. Gestos contidos. Olhar nas alturas. Toda arrumada num vestido, não parecia roupa de pobre. Com movimentos leves, levou a mão à bolsa. Vi que a bolsa era imitação de uma grife famosa. Retirou um espelho e pôs-se a olhar suas lindas madeixas. Fixei-me nos cabelos dela, logo vi que era afrodescendente, mas estava com o loiro que era de doer a vista. Daí, surgiram um fileira de interrogações em minha cabeça. Mas veja bem, eu com tantas coisas para fazer, fui querer descobrir os motivos que levaram aquela desconhecida a colorir seus cabelos de amarelo. Isso pode ser coisa de quem não tem o que fazer, mas eu tinha. As perguntas que surgiram advinham da minha lembrança da luta dos negros em se fazerem respeitados no que conferem sua cor, sua raça, sua religião, em fim, no que concerne à sua cultura. E agora que há uma luz na escuridão, há negros que querendo ser branco. Mas é " cada um com seu cada qual." Eu, pelo menos, não tenho admiração pelos meus algozes nem gostaria de imitá-lo. Porém, nessa vida, muitas cores se vai vendo, você pode somar, multiplicar, subtrair e ainda terá um dividendo. É assim mesmo. Sem lógica, sem explicação. A mente humana comanda o corpo e ainda tem gente que diz que é o coração.

Caxias - MA, 23 de julho de 2014.

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quinta-feira, 10 de julho de 2014

PERDEMOS

PERDEMOS
Elany Morais

O cenário de nossa existência é pincelado com muitas cores, entre elas está a da "derrota", a da perda. Sim, nessa vida, perdemos, isso durante todo o tempo em que nos consideramos vivos. Existem perdas que podemos impedir ou adiar, contudo, há outras que nada podemos fazer para suprimi-las desse desafio, que é viver.

Quem põe arreios na derrota para galopar sobre ela? Queremos sempre estar acima do sem-fim, do além e, jamais, agasalhar nossos travesseiros sobre o aquém. Apesar disso, a perda vem, abre os braços para nós, sem reserva, porém, nós não a recepcionamos, porque com ela- a perda- ficamos como tronco sem ramos, barco sem porto, ficamos somente com a dor molhada.

Caxias - MA, 10 de julho de 2014.

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domingo, 6 de julho de 2014

LUTA INTERNA

LUTA INTERNA
Elany Morais

Há um bravo mar em cada peito,
Como também luz resplandecente
Que pode levantar a alma do leito,
Fazendo nascer sonhos florescentes. 
O que dentro há merece respeito
Para não imergir em vis enchentes
Porque a não aceitação tem feito
Reviver as impotências reincidentes!

Essa mar no peito cultiva os sonhos
A deixar as ideias na mente revoando
Para abandonar a morte escura e fria

Desse mundo de delírios medonhos
Onde o medo feroz fica se arrastando
Na alma aflita, temerosa e sombria!

Caxias - MA, 06 de junho de 2014.
 
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quinta-feira, 5 de junho de 2014

FUNCIONÁRIA

FUNCIONÁRIA
Elany Morais

Ainda não sou uma funcionária pública apagada,
Uma funcinária triste, cansada,
Meu espírito acompanha minha mão....
Não estou na escala de débito e crédito...
Minha alma não entra o intento de ocultamento
De desvios de numerais envergonhados.
Minha chefe não me flagra de olhos furtivos
Em fugas ilícitas.
Minha alma ainda não debitou o saldo cansado
Do dia energético.
Ainda não sou funcionária cansada em dia de luta.
Devo orgulhar-me de dias exemplares.
Velo para não me perder nos caminhos do cansaço.
Vou cruzar sonhos, trabalho, letras e palavras vadias.
Meu futuro não será num beco só,
Andando por ruas e vielas estreitas...
Ainda não sou uma funcionária cansada.

Caxias -MA, 05 de junho de 2014.

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sexta-feira, 28 de março de 2014

RENASCIMENTO ANÍMICO


Elany Morais


Fui crescendo, no silêncio da dor. Minha esperança florescia na minha memória, a cada dia. O tempo me devorava, sim, mas com a cautela devida. Minha força seguia a se desfragilizar e eu ensaiava uma nova melodia da vida. Colecionar novas pedras de novo? Jamais.

Vou indo rumo a doce colheita de flores, pronta para tomar posse da parte que me cabe nessa existência. Aos poucos, fui sacudindo a lama que impedia minha ascensão, pacientemente, eu acendi a luz que  havia se perdido na escuridão.

Quero assistir  à última  festa, de alma serena, pois minha alma está em crescimento e nenhuma amargura será mais a minha algema. Estou a plantar paz, sem as mudanças eu entender, mas estou a espera de chuva para fazê-la  nascer.

Como raiz da terra regada por água corrente, seguirei nascendo e crescendo, à despeito das dores que brotam na gente.
Caxias - MA, 28 de março de 2014.
 
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sábado, 8 de março de 2014

ESSA É MINHA SINGELA HOMENAGEM ÀS MULHERES
PARABÉNS!!!

SER MULHER
Elany Morais
...
Ser mulher:
É desfazer o vinco facial e sorrir com tristeza.
É se desdobrar em mil, em uma única vez.
É fazer dos sonhos uma vida de certeza.
É criar história como sempre fez!

Caxias - MA, 08 de março de 2014

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quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

LUTA SOLITÁRIA

LUTA SOLITÁRIA
 
Esta é minha luta de cada dia: afugentar do peito essa dor permanente que insiste rudemente em se fazer presente. Meus dias são cruéis porque traz consigo essa dor ardente que faz minha alma tornar-se doente. 
 

Em delírio, vago embebida em saudades de um futuro em harmonia para queimar esse desespero que me sucumbe em agonia. Mas esta jornada é longa, porque caminho sozinha, buscando minar pela raiz, essa dor que é somente minha.
 
Nessa minha luta solitária, tenho encontrado muitos espinhos, pois para desarraigar, do peito, essa angústia, está sendo muito mais que necessário do que uma simples taça de vinho.
 
Meio resignada, queixo que minha coragem já se encontra fadigada. Assim, em meio essa labuta,encontro-me totalmente extenuada, com toda essa demora, dessa dor tão cruel que se afinca em não ir embora.
 
Não me faço saber, se algum dia chegarei ao fim dessa jornada, porque são tantos aguilhões que molestam meus pés, nessa dura caminhada.
 
Porém, meu sonho de outrora, era beber uma taça de vinho, ao lado de uma bela virgem, em pleno nascer da aurora.
 
Elany Morais
 
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quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

DESTINO

Nessa noite, eu não queria ouvir nem ver
Essa sombra que passa em mim sem dó
E a fazer minha inquieta a alma  doer!

Vivo submergida em águas torrentes
E em meio a tumulto de castigo e luta,
Já me causaram irreparáveis danos,
Mas não me entrego nessa tal  labuta!!

Penso em dormir um sono profundo
Mesmo que seja numa enorme pedra
Porque  nunca jamais serei absolvida
Do que o terrível leito a mim reserva!

Elany Morais

 

domingo, 22 de dezembro de 2013

CASTIGO



 Junto minha malas, parto com o gosto do fel. Não aprendi a regra do jogo. Cada partida, saio em pedaços. Mas minha teimosia é absurda. Continuo colecionando meus pedaços, recompondo-me para continuar nesse jogo da vida.

Sou her...ança do castigo. Puseram me nesse mar de enganos. Mesmo sendo tragada, como punição, o desejo de permanecer é feroz. Se assim é o viver, se a batalha consiste em existir por maior espaço de tempo, vou seguindo a luta, mesmo dilacerada, em frangalhos, exausta, cansada, mas vou... Tentando me equilibrar em saltos, em linhas, em incertezas... Tentando medir forças com a dor, com a tristeza, com a angústia, com as decepções, mas vou de pé. Não sou eterna, a punição final virá para mim e o castigo, eu passarei, o castigo passará. Eu findarei, o castigo findará. Não serei nada, e ele não existirá,enquanto isso, continuaremos nosso entrave....

Elany Morais

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sábado, 14 de dezembro de 2013

LUTA



 Carrega na alma força sem medo
Não existe maldição em sua cor
Sua resistência veste-se de segredo
O negro resiste ao fado obscuro de dor. ...

Não se ouve mais gemidos na senzala
Abraça-se ao direito ao amor
O direito presente não se cala
O negro tem seu grande valor.

A injustiça na sua alma doeu
Mas a força pulsa em seu coração
Sua luta renhida valeu
Agora segue-se outra direção.

Elany Morais

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quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

SEM ENCAIXE E SEM LACRE



 Sou assim mesmo: desajustada!! O externo não cabe em mim. Minha alma não abraça os nãos ofertados. A infâmia tremula meu coração. Minha revolta é inteira. Normas sociais são violentação de meu espírito. Cada injusti...ça me assusta. Meu coração vive assustado. Meia alegria me é dispensável. Quero felicidade vibrante. Inconsequência nem sempre me enjoa. Nada obedece meus comandos, nem mesmo a vida. Mas isso não me desespera.

O mundo me rejeitou. Ele não se encaixa em mim. Talvez, tenha declarado - me luta. Lutar me prende. E o tempo? Poderá privar-me da alegria. Preciso ver a minha paz chegar. As normas do mundo me apaga.

Tudo para mim poderia ter o sabor de Sol e Mar, porém, estou à revelia. O que soa estranho para muitos, canta nas minhas ramagens. Transmuto em jogos, jogos que quase ninguém sabe jogar. Assim, estou só, quem poderá falar minha linguagem.

A águia mora em meus olhos, vejo o ignorado ou não enxergado por todos aqueles que andam na pressa do ir para o vale profundo. É para lá que todos vão.

Meus sentimentos são terrivelmente absurdos. De tão absurdo tornei-me desajustada, sem encaixe. Na ansiedade de querer as coisas impossíveis, "desgraças viram encantos" para meu espírito inquieto. Mas mágoa não regam. Por não ter minha parte carregando minha misteriosa linguagem. Dessa forma, sigo sozinha, a falar comigo mesma, pois muitas vezes, aproximo-me do meu entendimento. É um caminho a percorrer: o meu encontro com tudo que é meu ou com meu eu.

Enquanto isso, não queiram que eu seja subserviente a dogmas, a falsos moralismos, à violência demente que não acopla a mim. Eu me costuro à liberdade, à individualidade....A tudo que é inerente à natureza do próprio ser. Não engulo comparações. Sou uma, parte e inteiro único. Não desenhe modelos para mim, pois eu sei ser. Eu sei ser eu. Engavete fórmulas, nenhuma me cabe, ou sou larga ou estreita, na minha forma de ser não há jeito.

Elany Morais

 Todos os direitos reservados a Elany Morais

terça-feira, 15 de outubro de 2013

SOU PROFESSOR




 Não sou professora apenas nesse dia
Faço do aprendizado uma grande alegria.

Vida de professora(o) não é somente de dor e lamento...

Abrir os caminhos da mente nos traz alívio e contentamento.

Ser professora(o) é trilhar incansavelmente nos caminhos do saber
É nossa obrigação afastar o medo daquilo que não se pode compreender.

Na alma de um professor(a) existem muitas perdas e partidas
Além de suportar inúmeros diários para corrigir e noites mal dormidas.

O verdadeiro (a) professor (a) carrega consigo os sonhos possíveis do mundo
Mas com tantas dificuldades a impotência se torna um sentimento profundo.

O/a professor(a) possui poder de condução para aventuras da vida
Estimular, compreender, questionar, comunicar são elementos de sua grande lida.

Nos braços do(a) professor(a) os alunos podem encontrar compreensão amizade e abrigo
Mas temos a missão de disciplinar, corrigir sem deixar de ser o grande amigo.

Somos todos guerreiros batalhando contra o injusto sistema
Que almeja deixar todas as almas ignorantes sob suas algozes algemas.

Elany Morais

Todos os direitos reservados a Elany Morais